Plantas para se ter no Banheiro

Se você tem nos acompanhado recentemente no blog, já viu que as plantas entraram com tudo no banheiro, e foi para ficar em definitivo como tendência decorativa para esse ano de 2017. Mas é preciso tomar certos cuidados, principalmente na hora de escolher a espécie que vamos usar para encher de vida um ambiente tão característico, já que a variação de temperatura e umidade constante são fatores que podem prejudicar o crescimento e a saúde da plantinha.
Mas vem com a gente, que nós vamos “cultivar” essa ideia no post de hoje!

As dicas a seguir foram dadas pela paisagista Caterina Poli para a revista Casa e Jardim, e também pelos coletivos Selvvva e Escola de Botânica.

Antes de tudo, é imprescindível garantir que o banheiro seja bem ventilado para poder dispersar o excesso de vapores e umidade gerados durante o banho, e que também disponha de iluminação natural, para que você possa dispor os vasos onde bate luminosidade.

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Foto: Gisele Rampazzo

Apesar de graciosas, os cactos e suculentas não são plantas indicadas para banheiros, pois são espécies típicas de climas secos, e o excesso de umidade pode acarretar o apodrecimento do caule e das folhas com o tempo.

Uma outra dica bem interessante é evitar materiais porosos em vasos e cachepôs, isso porque os poros abertos retêm a umidade gerada pelo banho e podem propiciar o aparecimento de fungos, quem é prejudicial tanto à saúde das plantas, quanto ao próprio ambiente.
O ideal é usar recipientes de metal, cerâmica esmaltada e até mesmo a madeira, quando está for tratada com um material impregnante e hidrófobo.

10 Espécies para cultivo em Banheiros:

  • Aglaonema

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Foto: Gisele Rampazzo

Rega: Aproximadamente uma vez por semana, mantendo o solo úmido, mas sem encharcar.

Luz: Luz difusa ou meia-sombra.

Obs: Esta é uma planta que pode ser tóxica à pessoas e animais domésticos. O ideal é evitar o contato direto, podendo deixá-la suspensa.

  • Asplenio

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Rega: Aproximadamente uma vez por semana, mantendo sempre a terra úmida.

Luz: Luminosidade indireta. A exposição direta ao sol pode matar a planta.

Obs: Apesar do crescimento pequeno e das raízes pequenas, o asplenio é uma planta de folhagens largas, não sendo indicado para plantios em vasos muito pequenos.

  • Filodendro-pendente

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Foto: Gisele Rampazzo

Rega: De uma a duas vezes por semana para manter o solo úmido.

Luz: Luz difusa ou meia-sombra.

Obs: Planta da mesma família da costela-de-adão e comigo-ninguém-pode, também contendo substâncias tóxicas à pessoas e animais, portanto evitar locais acessíveis à crianças e bichinhos.

  • Jibóia

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Rega: Duas vezes por semana, podendo aumentar a quantidade de regas durante os meses mais quentes do ano.

Luz: Sol pleno ou meia-sombra.

Obs: A jibóia é uma espécie de trepadeira e fica linda em hangers.

  • Lírio da Paz

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Rega: Aproximadamente uma vez por semana, deixando o solo úmido.

Luz: Luminosidade indireta.

Obs: Ideal para banheiros, pois tem a capacidade de absorver esporos de fungos.

  • Maranta-riscada

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Foto: Gisele Rampazzo

Rega: Aproximadamente uma vez por semana.

Luz: Difusa ou meia-sombra.

  • Pacová

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Rega: Aproximadamente de duas a três vezes por semana.

Luz: Luminosidade indireta.

Obs: Por ser uma planta epífita (espécies que vivem sobre outras espécies vegetais, como as bromélias), a pacová pode ser cultivada tanto em vasos, quanto em xaxim.

  • Pau D’água ou Dracena de Vênus

Dracaena

Rega: Esta espécie não carece de irrigação, podendo ter suas folhas borrifadas com água de duas a três vezes por semana (solução que se substitui pelos vapores gerados durante os banhos quentes). Entretanto, caso observe que o solo secou, é indicado que se realize a rega.

Luz: Iluminação indireta.

Obs: Esta é uma planta de porte grande, podendo chegar até 2m de altura.

  • Ripsália

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Rega: Aproximadamente de uma a duas vezes por semana. Não regue caso o solo esteja muito úmido.

Luz: Meia-sombra à sombra.

Obs: Existem aproximadamente cinquenta espécies dentro do reino Rhipsalis, a grande maioria oriunda da América Latina e Central. Entre o inverno e a primavera a ripsália floresce em pequenos botões brancos ou rosados, que dentro de algumas semanas dão lugar à frutos não comestíveis.

 

  • Samambaias

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Rega: Aproximadamente de uma a duas vezes por semana, com cuidado para não deixar o solo encharcado.

Luz: Luminosidade indireta e meia-sombra.

Obs: Existem milhares de espécies de samambaias, mas os cuidados para mantê-las são, no geral, os mesmos. Dentre algumas espécies: renda-portuguesa (foto), samambaia-amazonas, samambaia-américa, samambaia-de-metro, samambaia renda-francesa, samambaia-paulistinha, samambaia-azul, chifre-de-veado, entre outros.


Curtiram as dicas? Mas calma que ainda não acabou não! A gente trouxe algumas ideias para vocês se inspirarem:

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Fontes:
Casa e Jardim
Histórias de Casa

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